7 tendências que irão influenciar o varejo brasileiro em 2016.

 

 
Mudanças no cenário de 2016 que você precisa conhecer, e não estamos falando da economia.

1. E-commerce -  novos concorrentes - as cinco maiores empresas de e-commerce no Brasil, detém, juntas, mais de 50% do comércio eletrônico nacional. Outros varejistas estão finalmente direcionando seus negócios para ampliar a participação no mundo digital, oferecendo novas e mais fortes opções aos clientes. Gigantes do varejo têm aumentado seus investimentos no e-commerce para fortalecer as transações de venda e a imagem das suas lojas virtuais.

 

2. Mais saúde, bem-estar e beleza - a preocupação com a aparência e a longevidade não param de crescer e serão ainda mais fortes em 2016. Produtos, serviços e imagem associados com esse tema são valorizados pelos consumidores. O que começou como um movimento segmentado no mercado com vários produtos e varejistas atuando em nichos, será expandida em novos negócios e opções no mercado.

 

3. Ampliação das tecnologias de Smartphones - com o aumento do número de aparelhos Smartphones, também se ampliam as soluções de compra de produtos e serviços através do aparelho. Inúmeros varejistas têm projetos de desenvolvimento de aplicativos próprios para serem lançados em 2016 e ampliam a interação dos clientes com as marcas. Também serão ampliadas as tecnologias que reconhecem o Smartphone dos clientes no ponto de venda. Os recursos tecnológicos vão, desde ações de marketing oferecendo promoções ou enviando mensagens, até integrar o cartão de crédito ou a conta do telefone para efetuar pagamentos através do aparelho de bolso.

 

4. Maior uso de dados dos clientes - os varejistas têm desenvolvido formas de encontrar e usar dados dos clientes para promover a marca. Como as conexões eletrônicas deixam rastros, os varejistas estão se especializando em usar estes dados dos clientes para gerar negócios. O uso das redes sociais ou a localização do Smartphone irão originar ações de marketing precisas para promover produtos em loja, ampliar os programas de fidelidade, aumentar o tráfego em locais específicos e assim por diante. Hoje, novos aparelhos e softwares para ponto de venda já integram várias fontes de dados com origens diferentes, inclusive mídias sociais e GPS, facilitando o trabalho de marketing dos varejistas.

 

5. Ampliação da experiência de compra - varejistas estão aprendendo como usar o processo de compra para fortalecer a imagem da marca e gerar marketing de recomendação entre os clientes. Lojas virtuais estão tornando o processo de compra mais fácil e intuitivo, enquanto as lojas físicas fortalecem a percepção sensorial do ambiente e a experiência interativa com a marca. A estratégia até ganhou uma sigla, CX (Customer eXperience), e já denomina até um cargo em algumas redes de loja.

 

6. Fortalecimento do mercado local – com a dificuldade crescente de movimentação nos grandes centros e o surgimento de vários shopping centers em cidades de menor porte, o comércio local ganhará força crescente. Na maioria das cidades, não é preciso andar muito, ir até o centro da cidade ou num shopping específico para alcançar uma marca ou comprar um produto. O comércio tem aumentado sua capilaridade e irá fortalecer as comunidades, principalmente as vizinhanças. Operar estratégias de marketing local e se relacionar bem com a comunidade, serão ações orbiagtórias para a sobrevivência das lojas nos bairros e nas cidades menores.

 

7. Long, Long, Long Tail – o aumento do consumo no Brasil, criou pequenos e lucrativos nichos de mercado, principalmente para os pequenos e médios negócios. Numa segunda fase de desenvolvimentos, os nichos de mercado estão se especializando e aumentando a sua competitividade. A expressão “Long Tail”, ou Calda Longa, ganhou popularidade no varejo como uma estratégia de vender uma grande variedade de produtos em pequenas quantidades, normalmente para nichos de mercado. O termo ficou famoso através do escritor Chris Anderson no livro de mesmo nome lançado em 2006. Prepare-se para um varejo ainda mais especializado em nichos de mercado.

 

 

 

 

 

 

 

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