10 estratégias digitais para a loja.

 

Listamos dez tecnologias para loja que já estão disponíveis e, o mais importante, qual resultado esperar delas.

Existem novas e maravilhosas tecnologias que vão mudar nosso jeito de comprar. Mas afinal o que já pode ser usado? Qual o resultado para os negócios? Qual a melhor maneira de gerar venda adicional através da tecnologia? Abaixo, um rápido apanhado de dez estratégias digitais que podem ser utilizadas e os resultados que podemos esperar delas no curto prazo.

1. Smartphone – é possível interceptar o cliente próximo da loja, antes dele entrar, ou ainda durante a sua jornada de compra com mensagens comunicando uma oferta especial, lançamento ou oferecendo dicas, por exemplo. Tecnologias como BLE e iBeacon habilitam amplas ações desse tipo na loja e podem potencializar as vendas através da comunicação direta com o cliente. Espera-se que a comunicação direta com o telefone do cliente aumente a compra média e a taxa de conversão de visitantes em clientes na loja.

2. Sensores – Dentro da loja, ao perceberem a aproximação dos clientes, sistemas podem alterar as luzes do ambiente, inserir um aroma ou tocar uma música para embalar a venda. Alguns varejistas de moda já adaptam o ambiente do provador para complementar a ambientação do conceito e o estilo dos seus produtos. Lojas de decoração simulam as luzes de ambientes para indicar as condições de planejadas pelos designers. Novos dispositivos de tecnologia favorecem a exploração sensorial para ampliar a percepção dos produtos, melhorar a experimentação e os argumentos de venda.

3. Códigos QR – informações de produtos, promoções, preços especiais e outras ações podem ser acessadas pelos clientes quando fotografam códigos impressos no interior da loja, vitrine ou na mídia. O código QR está sendo mais utilizado na loja e integra facilmente a internet com o ambiente físico indicando novas possibilidades que os clientes desconheciam.

4. Apps – varejistas têm investido no desenvolvimento de aplicativos próprios para ampliar a sua oferta de modelos, cores, tamanhos de produtos e aumentar a disponibilidade de estoque integrando outras lojas da rede. Além de facilitar o processo de venda na loja, e fora dela, os Apps têm o poder de ampliar as soluções para os clientes reduzindo a chance de “perda” da venda por falta de opção no local.

5. Rastreamento do celular – novos softwares identificam os celulares de qualquer operadora dos clientes dentro da loja e acompanham os seus movimentos para identificar as áreas de maior tráfego e tempo de permanência. Alguns lojistas já monitoram em tempo real a quantidade de clientes que estão passando pelo shopping center onde estão suas lojas, assim podem monitorar melhor sua eficiência de captação do fluxo ou se preparar para uma variação de demanda imediata.

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6. Pagamento pelo celular – é crescente o número de lojas físicas que aceitam pagamentos eletrônicos como o PayPal e vários clientes já demonstram preferência por novas formas de pagamento similares. Novas bases da Visa, Mastercard, Apple e Google ampliarão ainda mais essa modalidade de pagamento.

7. Mídias sociais – faz algum tempo que é possível integrar online o número de “curtidas” das mídias sociais para lojas, produtos e até atendimentos. Varejistas de redes de moda, restaurantes, acessórios para casa e outros segmentos avaliam imediatamente o desempenho de seus produtos de acordo com a aceitação do público. A indicação das curtidas como um “endosso” virtual também influencia a opinião de alguns clientes dando conta da aceitação das pessoas. Algumas marcas já integraram a informação do número de “curtidas” com seus fornecedores para calcular novos pedidos de mercadoria.

8. Realidade aumentada – a nova tecnologia de realidade aumentada combina o ambiente real ao virtual com uma fidelidade aprimorada. A combinação permite ampliar a demonstração de produtos através da tela do celular, tablets, monitores, espelhos inteligentes e outros aparelhos. O cliente pode simular um número maior de opções e, com isso, aumentam as possibilidades de conversão da visita em novas vendas.

9. Reconhecimento facial – além de medir o fluxo da loja, as imagens das câmeras alimentam um software de reconhecimento facial para armazenar, quantificar e qualificar automaticamente as características pessoais dos clientes como, por exemplo, a provável idade, demonstrações de sorriso, atenção do olhar para os expositores entre outras informações valiosas. Alguns lojistas chegam a posicionar câmeras também na vitrine da loja para fora, a ideia é medir a eficiência da sua comunicação de vitrine avaliando o número de passantes que olharam. Dispondo de informações de perfil dos clientes, reações e regiões de atenção na loja, é possível melhorar a eficiência do negócio.

10. Cruzamento de dados – poderosos sistemas de análise de dados, também conhecidos como “big data”, podem extrair rapidamente informações importantes da base de dados de venda, clientes e mídias sociais. A proposta é ter informações atualizadas para organizar melhor a exposição da loja, entender quais produtos se associam melhor na venda conjunta, criar promoções, customizar ações de marketing, personalizar o atendimento, desenvolver calendários promocionais entre outras ações.

A tecnologia se tornou uma parceira importante para viabilizar a implantação de novas estratégias no varejo. Quando as tecnologias são associadas com planos de negócios e têm um objetivo claro de agregação de valor e retorno de investimento, fica bem mais fácil decidir sobre sua utilização na loja.

 

 

 

 

 

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