Você ainda analisa seu cliente por faixa etária, classe social e sexo? Melhor repensar.

 

Novas técnicas de segmentação de clientes vão além de dados demográficos e utilizam o comportamento para classificar os clientes.

Nas últimas décadas, sofremos uma avalanche de novidades em quase todos os segmentos: tecnologia, medicina, indústria, religião, sociedade, etc.. E, naturalmente, adaptamos nosso comportamento para absorver e conviver com as novidades. As crianças não se comportam mais como as crianças de algumas décadas atrás, os adultos, também não. É muito comum encontrarmos pessoas com a mesma faixa etária e classe social, porem em momentos de vida diferentes: pessoas casadas com filhos, casadas sem filhos, solteiras bem-sucedidas profissionalmente, divorciados e assim por diante. Definir estratégias de marketing, com base no conhecimento do comportamento dos clientes, se tornou complexo e tem grande potencial para elevar o nível do seu relacionamento com eles.

 

Homens e mulheres passaram a adotar uma nova maneira de viver e conviver. Instituições como o casamento passaram a ter novos sentidos, a tecnologia abriu um universo de oportunidades, a medicina garantiu mais alguns anos de vida, a busca pelo sucesso profissional e a efemeridade das relações tornaram este caldeirão todo, um perigo para as empresas que ainda insistem em segmentar seus consumidores por faixa etária, sexo e região. Se as relações se tornaram mais complexas, imagine as análises dos consumidores.

 

Os padrões de comportamento mudaram de acordo com o estilo de vida e definiram novos padrões de consumo. As classificações e análises modernas, consideram o comportamento como ponto fundamental. Por exemplo: ao desenvolver uma campanha que aborda sua linha de eletrodomésticos, o varejista deve ter em mente que os clientes que a receberam consideram a alimentação em casa de maneiras muito diferentes. Para quem tem família, a alimentação em casa pode ser vista como um momento de convivência, inclusão e segurança; para os solteiros, como motivo de reunião, comemoração, prazer e bem estar; e, para outro tipo de público, pode representar status ou lazer. Se considerarmos que todos esses clientes têm a mesma faixa etária, classe social e moram na mesma vizinhança, as análises do marketing ficam mais interessantes.

 

Saber quem é o consumidor e onde ele está é importante, mas vital é saber exatamente o que, como e quando oferecer um produto. Diariamente, centenas de empresas descarregam e-mails e mensagens pelas mais variadas formas de contato que a realidade atual permite, oportunidades únicas surgem do nada aos clientes. Desperdiçar um contato com o cliente é um erro básico que pode provocar a saturação e o desinteresse no relacionamento. À medida que as análises entendem o comportamento e segmentam os clientes de forma adequada, mais assertivas serão as ações de marketing.

 

Se você se interessou, o post “big data no pequeno varejo”, também aborda o assunto. Boa leitura.

 

 

 

 

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