7 erros fatais no varejo

 

Os erros mais comuns que levam as lojas, e várias franquias, ao fracasso.

1. Localização – a primeira da lista e a maior causadora de mortes no varejo. Todos sabem que ponto comercial é fundamental. Mas, mesmo assim, alguns empreendedores ainda acreditam que a loja irá “fazer o ponto”, que a região irá se desenvolver rapidamente entre outras coisas que podem acontecer, e não acontecem. Uma boa localização para a instalação de uma loja precisa basicamente de alta visibilidade, facilidade de acesso, região com bom potencial de consumo, boa vizinhança e, principalmente, alto tráfego de pedestres e/ou veículos dependendo do tipo de negócio.

 

2. Parceiro – o sócio, ou a franqueadora, podem ajudar a fortalecer o negócio, ou atrapalhá-lo. A operação de uma loja demanda bastante trabalho e envolvimento. É difícil ser bem-sucedido no varejo e, simultaneamente, administrar uma relação ruim ou pouco produtiva com o sócio irá consumir extrema energia. Isso pode ser fatal. Ainda que a relação não seja assim tão ruim, a falta de foco, alinhamento deficiente e expectativas divergentes, já são o suficiente para retirar uma força importante no desenvolvimento do negócio. As melhores parcerias de negócios são complementares e têm objetivos comuns.

 

3. Centralização – o gestor pode fazer o trabalho de duas pessoas, mas não pode ser duas pessoas. É preciso delegar funções e responsabilidades para gerir o negócio, torna-se uma questão de tempo para a loja ser prejudicada em sua imagem, atendimento, operação e pós-venda se a equipe não souber gerenciá-la com autonomia. As lojas que sobrevivem e prosperam têm a força da gestão e o desejo de sucesso de mais de uma pessoa.

 

4. Ego – se o gestor acreditar que está sempre certo, que os produtos à venda irão sempre agradar, e que os clientes que reclamam “não entenderam o conceito da loja”, está acelerando o processo de queda do negócio. É estimulante que a loja tenha o gestor como curador do espaço de compra, sempre atento aos produtos e serviços, mas é preciso ouvir os clientes e adaptar os processos à necessidade deles. A razão de existência da loja será sempre o cliente, e não o contrário.

 

5. Controle – não se gerencia o que não se pode controlar. E o que não tem controle pode seguir em qualquer direção, inclusive à falência. Uma característica da venda varejo é a alta quantidade de informação, são várias vendas para inúmeros clientes diferentes, que geram uma enorme quantidade de dados e trabalho. A falta de controle é uma grave deficiência operacional. Controlar a operação, a qualidade dos produtos e serviços, os custos e despesas, a lucratividade e rentabilidade são mandatórios para a sobrevivência do negócio.

 

6. Equipe – uma equipe ruim é o modo mais rápido de matar um negócio no varejo. Uma equipe ruim não acontece por acaso, ela tem causas e origens próprias como, por exemplo, um processo de seleção deficitário, treinamento fraco, falta de liderança e acompanhamento, amizade cega e outros fatores que podem ser classificados como “altamente tóxicos” para a operação.

 

7. Gerente – o resultado de uma loja tem forte ligação com a sua gestão. O gestor tem responsabilidade direta sobre vários fatores da administração de uma loja. A capacidade do gerente em manter a loja pronta para venda e bem operada, não influencia apenas nos resultados, mas também na satisfação dos clientes e, claro, no faturamento. Não é à toa que a clássica faixa “sob nova direção” chama a atenção.

 

 

 

 

 

 

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