Já pensou em vender por uma vídeo-chamada?

 

Saiba por que alguns varejistas estão apostando nesta nova maneira de venda, e estão se dando bem.

O e-commerce está se tornando mais sofisticado e a personalização é uma forte estratégia para aumentar a produtividade nas vendas pela internet. Nesse caminho, as vendas por videoconferência começam a ganhar mais força, principalmente no pequeno varejo. Plataformas interativas como Skype, FaceTime, Viber, Google Hangouts e outras ferramentas de vídeo e áudio são bons ambientes virtuais para realizar vendas à distância, e estão aumentando as transações comerciais de muitos negócios. A ideia é simples e funcional: criar uma carteira de clientes, acessá-los por vídeo em hora pré-agendada para demonstrar o produto e vender.

A rede de joalheria norte-americana Bauble Bar incorporou, principalmente nos períodos de baixo movimento, a prática de vender por videoconferência para suas vendedoras do porta-a-porta e também das lojas físicas. É tudo muito simples: as vendedoras da rede entram em contato com os clientes pré-cadastrados no sistema e, acessando a ferramenta de videoconferência mais conveniente para os clientes, demonstram os produtos, oferecem consultoria de estilo, moda e investimento em joias sem sair de casa, ou da loja. O que, para a nossa realidade, se transformaria também em um quesito de segurança, já que as vendedoras não precisam sair às ruas com as maletas de demonstração, reduzindo as perdas.

 

A joalheria conseguiu aumentar não só a venda média por pedido, como também a frequência de compra dos clientes. “As pessoas não querem receber a visita das vendedoras por que consome tempo, e muitas têm preguiça de acessar o site para comprar. Então as vendas por vídeo estimulam as compras. Além disso, ao verem as peças no vídeo, as pessoas reservam ‘aquela peça’ que viram na videoconferência, e não uma igual. Isso dá confiança” comentou a Vice-Presidente de CX da marca. (leia também "CX é o novo marketing de varejo")

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