Restaurante do futuro.

Saiba por que o Eatsa, em São Francisco na Califórnia, está sendo chamado de restaurante do futuro.

O restaurante do futuro não é bem um restaurante, ao menos quando comparado ao conceito tradicional. O Eatsa se parece mais com um ponto de venda de alimentos prontos para serem consumidos fora dali, mas o conceito é interessante. No lugar dos tradicionais atendentes, há tablets para fazer os pedidos, e tudo gira ao redor do auto-serviço. Apenas um funcionário circula pela loja para orientar as pessoas que ainda não conhecem a dinâmica da casa. O sistema é simples: o cliente faz o pedido no tablet como se estivesse num caixa eletrônico, monta seu prato e escolhe as variações. São aceitos apenas pagamentos com cartão de crédito e débito. A comida é preparada por funcionários numa retaguarda de cozinha não visível para os clientes da loja, e isso é feito em até 3 minutos. O produto é entregue numa pequena caixa que é indicada para o cliente quando o prato estiver pronto.

Todos os pratos são a base de quinoa, um grão da região andina rico em nutrientes, e não há muitas opções no cardápio. O tempo médio dos clientes no Eatsa, entre chegar para fazer o pedido e sair com o produto, é de apenas 5 minutos.

O co-fundador do Eatsa, Scott Drummond, explica: "o objetivo da nossa tecnologia é reduzir as despesas com pessoal e o investimento em estrutura. Podemos oferecer alimentos saudáveis por um preço mais baixo, oferecendo um “fast food” saudável e acessível para mais pessoas”.

Apesar da mídia estar reconhecendo o Eatsa como o restaurante do futuro, o próprio Eatsa não vê sua loja como um restaurante, mas como um ponto de venda. Quanto ao futuro, todos concordam.

 

A marca tem intenção de ampliar o cardápio ao longo do tempo e, principalmente, utilizar a tecnologia para identificar o comportamento de compra dos clientes e oferecer produtos novos. A partir de combinações preferidas pelos clientes, a Eatsa espera desenvolver novos produtos e oferece-los individualmente.

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