Storytelling

 

Como contar histórias na loja e construir uma experiência a favor da sua marca.

Contar uma história é uma ótima maneira de criar um vínculo emocional entre uma marca, ou loja, e os consumidores. Através de palavras e imagens é possível ampliar a relação dos consumidores com uma marca e fazer uma mensagem ser mais envolvente, convincente e adquirir valor emocional. Contar histórias é humano, ajuda o consumidor a pensar sobre a marca, ensina, gera empatia e pode ser memorável. Mais do que comprar produtos, as pessoas buscam significados e histórias que se encaixem na vida delas. As histórias por trás dos produtos são tão importantes no varejo, que uma loja em Nova Iorque chamada Story assumiu o ponto de vista de uma galeria, o que a loja vende depende da história que está sendo contada no mês. Então como podemos criar histórias na loja que gerem o engajamento dos clientes com a marca, local de compra e a equipe de vendas?

Obviamente, todo o processo começará em se ter algo para contar. Mas não deve ser uma história qualquer, tem que ser algo verdadeiro, autêntico, relevante na vida das pessoas e que seja interessante o suficiente para chamar a atenção do público. A partir de uma história, três elementos serão fundamentais para o sucesso dela na loja: uma boa narração, recursos para ilustrar a história e obter o envolvimento do cliente. Vamos falar sobre cada um deles.

Narração – a autenticidade do narrador é fundamental para estabelecer uma relação de confiança com o cliente. As pessoas estão recebendo tantas mensagens falsas que ser verdadeiro é essencial. A narração na loja pode acontecer de diversas formas, a principal delas é o roteiro de atendimento da equipe de vendas que inclui no seu discurso histórias pré-programadas, mas também pode usar recursos de comunicação visual, mídia digital, layout da loja, exposição dos produtos entre vários outros meios que possam contar uma história. A Adidas em suas lojas tem contado a origem dos produtos, suas inspirações, design e outras histórias para valorizar o produto da marca diante dos seus concorrentes.

Recursos – o narrador da história pode, e deve, demonstrar trechos da história através de recursos externos para que os clientes possam ter uma percepção visual do que está sendo contado. E com isso, a tecnologia, pela sua amplitude de possibilidades, tem ajudado muito as marcas a contarem suas histórias na loja.

Os recursos têm o poder de conectar os clientes com a história de forma emocional e tornar isso memorável, eles vão se lembrar do exemplo com facilidade.

Envolvimento – a história contada precisa ser uma comunicação bilateral, como num processo de co-criação. Os clientes precisam tornar-se parte da história em alguns momentos durante a narrativa para se envolverem emocionalmente. Na loja, o narrador pode envolver os clientes em momentos programados da história, como se fossem momentos de parada, fazendo perguntas, promovendo a experimentação de um produto ou oferecendo algo que os clientes levem como parte da história contada.

As histórias em loja, dependem de roteiros pré-programados que são conhecidos como “marcações”. As “marcações” são pontos de conexão do cliente com a história que será contada na loja e podem acontecer tanto nas falas da equipe de venda como na jornada que o cliente percorre pela loja. Mais importante, é conectar o cliente com uma história real, pessoal e que dificilmente será copiada pela concorrência.

 

 

 

 

 

 

 

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